Lembro, no ano passado, como fiquei feliz ao saber que o “projeto do Coque” teria um financiamento do Ministério da Educação (MEC). Até aquele momento, o nosso espírito (e nossos bolsos – em especial, o de Yvana, vale lembrar!) era o que tornava possível todas as ações. Dali em diante, porém, teríamos certa sustentabilidade e a chance de oferecer mais aos meninos e meninas do projeto. Além da “leitura crítica das mídias”, oficinas de rádio, audiovisual, mídias digitais, fanzine, grafitagem… E, para completar, um mobilização que arrebentaria as barreiras do NEIMFA, chegando às escolas do bairro, expandindo toda aquela reflexão, aquele coração pulsante e cheio de vida, para além dos nossos muros.
E quanta coisa já aconteceu daquela primeira alegria pra cá… Nasceu a Biblioteca Popular do Coque… Entraram novas pessoas lindas no projeto (Rafa, Camila, Raquel, o pessoal de Ciências Sociais e Artes Cênicas, os alunos da turma básica)… João, meu Deus, agora é jornalista formado!
E eu, que deveria ser jornalista e falar o que é “mais importante” no começo do texto, me vi encontrando tantas coisas importantes no caminho que quase me perdi (ou me achei!). Esse textos era pra lembrar que nosso projeto cresceu. Aprovados pelo MEC, agora somos o Programa de Formação de Agentes de Mediação Socio-cultural (PFAMS). Mais recursos, mais trabalho… Dentro em breve, teremos mais bonitos capítulos dessa história para contar…
(Quantos filhos o Coque nos deu, não é? E que bela família a nossa!)
de Andréa – a fujona, já cheia de saudade



Que belo, Deinha! =)
Tenha certeza que esta família sentirá muito a sua falta.
=***
Que texto lindo.
É ótimo ver a trajetória de vocês assim com palavras tão bonitas.
dea
que lindho!