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Archive for the ‘eventos’ Category

A terceira edição do Cine Coque Vive de rua será parte da programação do Mercado Multicultural, evento organizado pela Secretaria de Cultura da Prefeitura do Recife. Desta vez, o mercado será na Academia da Cidade no Coque, que vai abrigar feira de artesanato com artistas da comunidade, shows com grupos musicais locais e a exibição de vídeo, durantes os dias 28, das 17h às 22h e 29 de novembro, das 16h às 22h. As atrações musicais que encerram as noites são Augusto César, na sexta (28), e o grupo Terra, de samba de raiz, no sábado (29), que apresenta na sua formação músicos do Coque.   

Complementando a programação deste fim de semana, o Cine Coque Vive fará parte das atividades do sábado, às 19h, com a exibição do documentário A Comunidade do Coque, feito por alunos de uma das primeiras turmas do curso de Produção e Gestão Cultural do projeto Multicultural da prefeitura. Entre os alunos, dois moravam no Coque, Irandir Lima e Marcelo Clemente, e facilitaram a produção do filme que recupera histórias curiosas desse bairro. Algumas delas são as visitas do presidente João Figueiredo, prometendo a posse da terra, e do papa João Paulo II, que celebrou uma missa no viaduto Joana Bezerra. Outras histórias e personagens compõem esse documento que traz à tona parte da memória política do Coque ainda pouco lembrada pelo Recife.

O Cine Coque Vive é uma iniciativa do Movimento Arrebentando Barreiras Invisíveis (MABI), do projeto de extensão do curso de Comunicação da UFPE, Coque Vive, e do Observatório de Favelas. Consiste da exibição de vídeos-debate na Biblioteca Popular do Coque e de exibições de rua, que excepcionalmente, neste mês, acontecerá dentro da programação do Mercado Multicultural.

Mais informações:

Cine Coque Vive
9219.7867

Multicultural:
8651.0337 / 3232.1669

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A Rede de Resistência Solidária (RRS) é o mote de discussão do último debate programado pelo Observatório de Favelas para o Cine Coque Vive, em 2008. As redes sociais, tema que finaliza a série de debates, serão discutidas nesta sexta-feira, na Biblioteca Popular do Coque, a partir da exibição do documentário De Casa em Casa, às 15h, feito por Laura Guimarães, Fernando Marron e  Tatarana Filmes. Esse vídeo ilustra a proposta da RRS em se construir relações e alternativas à desagregação social.


 
A RRS congrega grafiteiros, grupos de hip hop, coletivos como o Gambiarra Imagens (produtor de vídeos alternativos e comunitários), entre outros “cooperantes”, como costumam ser chamados os participantes da Rede. 

No documentário De Casa em Casa, grafiteiros, pintores e outros cooperantes falam sobre como uma comunidade pode construir coletivamente um mercado próprio, uma comunicação independente e outras ações que concretizem a resistência. “Dentro da Rede a gente está estudando formas práticas de produzir o que a comunidade precisa consumir”, exemplifica Galo d’Souza, grafiteiro e integrante do grupo de hip hop Êxito d’Rua, em um dos depoimentos do filme.

O Cine Coque Vive é uma iniciativa do coletivo Movimento Arrebentando Barreiras Invisíveis (MABI), do projeto de extensão do curso de Comunicação da UFPE, Coque Vive, e do Observatório de Favelas. Tem por objetivo promover vídeo-debates e exibições de rua no bairro do Coque.

 Cine Coque Vive debate Redes Sociais

Quando: sexta-feira, dia 14 de novembro

Onde: Biblioteca Popular do Coque. Rua Centenário do Sul, nº 70, Coque. Recife, PE

Próximo à estação de metrô Joana Bezerra

Entrada gratuita

Mais informações: 9219.7867 / 8745.2648

Clique aqui para saber como chegar à Biblioteca Popular do Coque

Ficha Técnica do filme De Casa em Casa:

Direção e Câmera: Laura Guimarães e Fernando Marron
Direção de Fotografia e Edição: Fernando Marron
Roteiro Produção Executiva:Laura Guimarães
Realização: Laura Guimarães & Tatarana Filmes

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Os pesquisadores franceses Armand e Michele Mattelart e o americano John Dawning visitaram o projeto Coque Vive, desenvolvido numa favela do Recife. Durante a experiência, eles afirmaram que a ação pode influenciá-los em seus futuros trabalhos acadêmicos.

 

Para John Dawning, professor da Universidade do Texas (EUA) e autor do livro Mídia Radical, o que mais impressiona no Coque Vive é o fato de a comunicação não ser o único foco do projeto. “Aqui é diferente de outras ações de comunicação alternativa no mundo, porque existe uma preocupação com as reais necessidades da pessoa”, afirmou.

Armand e Michele Mattelart, professores da Universidade Paris VIII (França), disseram-se admirados com o que encontraram no bairro do Coque. Armand ressaltou, surpreso, o prazer pela prática pedagógica demonstrado pelas pessoas envolvidas no projeto.

A visita aconteceu no último sábado, dia 18 de outubro, e foi parte da programação da IV Conferência de Mídia Cidadã, realizada em Recife e que teve início no dia 16 do mesmo mês. Na ocasião, foram também ao Coque mais de 40 pesquisadores, profissionais e estudantes de comunicação de todo o Brasil, participantes da Conferência.

 

Os visitantes puderam conversar com os educadores do Coque Vive e conhecer o Núcleo Educacional dos Irmãos Menores de Francisco de Assis (Neimfa). Eles também tiveram oportunidade de ver a Biblioteca Popular do Coque, fundada pelo projeto, e as futuras instalações da Estação Digital de Difusão de Conteúdo – um estúdio musical e de edição audiovisual que está sendo implantado no Neimfa, ainda sem data prevista para inaguração.

 

Após a ida ao Coque, os conferencistas foram à Escola Oi Kabum, coordenada, em Recife, pela ONG Auçuba e que também desenvolve atividades em comunicação voltadas para adolescentes de favelas da cidade.

 

O Coque Vive é um projeto de extensão em comunicação da Universidade Federal de Pernambuco que busca, desde 2006, mudar a imagem do bairro do Coque, habitualmente retratado na mídia como um local violento. São parceiros do projeto o Neimfa, o Movimento Arrebentando Barreiras Invisíveis (MABi) e o Observatório de Favelas.

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O Cine Coque Vive desta sexta, dia 31, é o penúltimo da série de debates sobre os marcos conceituais trabalhados pelo Observatório de Favelas. O tema dessa vez será o tráfico de drogas, debatido a partir do filme Notícias de uma Guerra Particular. A sessão ocorrerá na Biblioteca Popular do Coque, às 15h. O objetivo dessa programação inicial do Cine Coque Vive, que ocorre desde setembro, é que os marcos conceituais sejam discutidos preferencialmente com o público jovem através do vídeo-debate.

Notícias de uma Guerra Particular é um documentário que reúne entrevistas dos personagens dessa guerra: policiais, inclusive de Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Bope, além de figuras como o Gordo, fundador do Comando Vermelho e moradores do morro Dona Marta, no Rio de Janeiro. Essas visões são contrapostas, dificultando louvações ao Bope ou a qualquer outro herói de guerra. Lançado em 1999, tem a direção de Kátia Lund e de João Moreira Sales.

O Cine Coque Vive é uma iniciativa do Movimento Arrebentando Barreiras Invisíveis, MABI, do Observatório de Favelas e do projeto de extensão em comunicação da UFPE, Coque Vive. Para o dia 14 de novembro, já está programado o último debate da série dos marcos conceituais do Observatório: Redes Sociais. Além disso, no dia 28, ocorrerá uma exibição de rua acompanhada de apresentações culturais, na Academia da Cidade, a partir das 18h.

Cine Coque Vive debate tráfico de drogas

Quando: sexta-feira, dia 31 de outubro, às 15h

Onde: Biblioteca Popular do Coque. Rua Centenário do Sul, nº 70, Coque. Recife, PE

Entrada gratuita

Mais informações: 9219.7867

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Nesta sexta, a partir das 17h, mais um Cine Coque Vive ocorrerá em frente à Academia da Cidade, na Rua Bahia Formosa. Desta vez, rodas de break e malabares vão animar a exibição dos documentários A linha, a maré e a terra: memórias do Coque, realizado por jovens moradores do local e alunos da UFPE, e Roda de Fogo: Cidade Encantada, que recupera a história de resistência dessa comunidade do Recife.

 O primeiro filme é resultado da pesquisa “Coque Vive: uma investigação sobre o repertório sociocultural de uma comunidade da periferia do Recife”, realizada no âmbito do Coletivo Latino Americano de Jovens Promotores de Juventude, um projeto da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (FLACSO). Os autores dessa pesquisa são Rafael Souza, Roberta Lira  (monitores do projeto e alunos da UFPE), Monick França, Sandokan Xavier e Gutembergue de Lima (jovens do Coque, sendo Monick atualmente universitária da UFPE). Todos eles integram o projeto de extensão em Comunicação da UFPE Coque Vive. Através de entrevistas com antigos moradores, esse grupo recuperou memórias de uma luta política e de uma relação afetiva com o bairro relatadas no filme. Desde 2006, um conjunto de ações com o objetivo de transformar as representações sociais do bairro dentro e fora da comunidade tem se dado em rede com atores locais e com o projeto Coque Vive.

 Roda de Fogo: Cidade Encantada é projeto de conclusão do curso de jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco feito por uma moradora do bairro, Catarina de Angola, e mais duas colegas de turma, Nara Pinilla e Bruna Borges no primeiro semestre de 2008. O documento relata o que aconteceu a partir de 1987, quando cerca de três mil famílias ocuparam uma área do Governo Federal, dando origem à Roda de Fogo. Através de uma forte organização política, os moradores desse bairro construíram uma das maiores lutas pela efetivação do direito à moradia da cidade do Recife

 A iniciativa de realizar o evento é do coletivo de jovens do Coque Movimento Arrebentando Barreiras Invisíveis (MABI), do Observatório de Favelas e do projeto Coque Vive. As sessões de cinema ocorrem a cada 15 dias, alternando exibições na Biblioteca Popular do bairro e na rua. No dia 1 de novembro, acontecerá o lançamento do documentário na Roda de Fogo sobre a história dessa comunidade. Com shows de bandas locais, a festa tomará conta da quadra da Roda, a partir das 18h, na Rua Professor Arthur Coutinho, por trás do terminal de ônibus.


SERVIÇO
Cine Coque Vive

A linha, a maré e a terra: memórias do Coque (Recife, 2008, 15 min)
Roda de Fogo: Cidade Encantada (Recife, 2008, 22min)
Apresentações da Trupe Circus e rodas de break
Quando: 24/10/2008, sexta-feira, a partir das 17h
Onde: Rua Bahia Formosa, em frente à Academia da Cidade, no Coque

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Gravação de video no Coque- No centro Gutemberg Lima, um dos pesquisadores do Coque Vive

Gravação de vídeo no Coque- No centro Gutemberg Lima, um dos pesquisadores do Coque Vive

 

Filmes, pesquisas e fotografias sobre o bairro recifense do Coque, produzidos pelo projeto Coque Vive, poderão ser vistos nesta quinta e sexta, dias 16 e 17 de outubro, na I Feira de Mídia Cidadã. O evento acontecerá no Centro de Artes e Comunicação da UFPE e faz parte da IV Conferência Brasileira de Mídia Cidadã, que ocorrerá nos auditórios do mesmo Centro, no mesmo período. O Coque Vive é um projeto de extensão em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco que busca, desde 2006, transformar as representações sociais do bairro, dentro e fora da comunidade.

Durante os dois dias, das 9h ao meio-dia e das 14h às 18h, experiências de todo o Brasil e do exterior serão discutidas em grupos de trabalhos, palestras e debates. São convidados-palestra ntes os professores Armand Mattelart, professor da Universidade Paris VIII, John Downing, da Universidade do Texas, José Marques de Melo, titular da Cátedra UNESCO de Comunicação, e Cicilia Peruzzo, coordenadora do Núcleo de Estudos de Comunicação Comunitária e Local (COMUNI) da Universidade Metodista de São Paulo.

Nos espaços de discussão da Conferência, o projeto Coque Vive será o protagonista de dois relatos feitos por estudantes da UFPE (entre eles, Monick França, moradora do Coque recém egressa à Universidade) e demais jovens, moradores do bairro, que participaram do projeto como pesquisadores.

Na quinta-feira à tarde, é possível conferir o relato Coque, exercícios do olhar: uma experiência de pesquisa como desdobramentos de um projeto de extensão, de autoria dos estudantes da UFPE Rafael Souza, Roberta dos Santos e Monick França (moradora do Coque) e dos jovens moradores do bairro Gutembergue de Lima e Sandokan Xavier. Nesta oportunidade, os autores vão apresentar a pesquisa realizada no âmbito do Coletivo Latino Americano de Jovens Promotores de Juventude, um projeto da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (FLACSO). A pesquisa resultou em dois livros: uma compilação de notícias sobre o Coque, publicadas entre a década de 70 e 2006 e um livro de fotografias feitas por jovens inscritos no curso de formação crítica do projeto. A pesquisa resultou também num filme: “A linha, a maré e a terra: memórias do Coque”, documentário em que moradores antigos do bairro contam histórias do local. Todos esses produtos podem ser conferidos na Feira, que é aberta ao público, das 9h às 17h.

Um relato mais geral de todo o projeto Coque Vive será apresentado na sexta-feira, sob o título Coque Vive: articulação de uma rede de promoção social a partir da Comunicação. A Rede à qual a apresentação se refere engloba parceiros diversos, como ONGs, coletivos, Igreja e Escolas. Alguns deles serão apresentados nas exposições do Coque Vive, como o Núcleo Educacional Irmãos Menores de Francisco de Assis (Neimfa), local que abrigou as primeiras ações do projeto de extensão e que já está presente no Coque há 22 anos. Outro integrante da Rede que nasceu das articulações fortalecidas nesses dois anos de atuação do projeto é a Biblioteca Popular do Coque, projetada por estudantes da UFPE e moradores do bairro, entre eles os jovens do Movimento Arrebentando Barreiras Invisíveis (MABi). Também faz parte desta articulação o Observatório de Favelas, através do projeto Redes de Valorização da Vida, que atua em Recife e no Rio de Janeiro, trabalhando com adolescentes a formulação de projetos de vida que ampliem suas redes sociais e escolhas.  

No sábado, dia 18, os participantes da Conferência visitarão o Coque Vive e ainda outro projeto recifenses, o OI/ Kabum/ Auçuba no Recife Antigo. Na ocasião, pessoas de todo o Brasil e de outros países poderão conhecer a Biblioteca Popular do coque, o Neimfa, local em que, entre outras ações, ocorrem as oficinas de formação e se localiza também a Estação Digital de Difusão de Conteúdo (ilha de edição audiovisual e estúdio musical), uma das maiores realizações do projeto.

As inscrições para participar da Conferência estão abertas até o dia 16 de outubro, através do link: http://www.ufpe. br/observatorio/ midiacidada2008/ index.php? d=5. O evento é uma iniciativa da Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o Desenvolvimento Regional e conta nesta edição com o Observatório da Mídia Regional: direitos humanos, políticas e sistemas, grupo de pesquisa do Programa de Pós Graduação em Comunicação, da UFPE.

 

Serviço

IV Conferência Brasileira de Mídia Cidadã e I Feira de Mídia Cidadã

Quando:16 e 17 de outubro

   Conferência: das 9h às 18h

   Feira: 9h às 17h.

   Vista aos projetos: dia 18 de outubro, a partir das 8h

Onde:  Centro de Artes e Comunicação – Universidade Federal de Pernambuco

Inscrições: Profissional/ Pesquisador: R$ 90,00 e Estudantes de graduação: R$45,00, até o dia 16/10. A Feira de Mídia Cidadã é aberta ao público

Mais informações: http://www.ufpe. br/observatorio/ midiacidada2008/ index.php

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É o que promete o Cine Coque Vive desta sexta. A partir das 16h30min, numa rua próxima à recém inaugurada Academia da Cidade, local que tem sido bastante freqüentado no Coque, serão exibidos no telão o vídeo De Casa em Casa, do coletivo Êxito d’Rua  e outros filmes produzidos pela Rede de Resistência Solidária. 

Também serão exibidos os curtas-metragens do Projeto Mediálogo, iniciativa da Associação Brasil América (ABA), que resultou em vídeos produzidos por jovens moradores de favelas do Recife a respeito da imagem que têm da classe média e também por um grupo de estudantes dos cursos de idiomas da ABA, evidenciando o que pensam ser a favela. Entre os vídeos do Mediálogo está o Desclassificados, produzidos por jovens do Coque, em que os próprios moradores do bairro estão em cena.

O Cine Coque Vive é uma iniciativa do Movimento Arrebentando Barreiras Invisíveis (Mabi), do Departamento e do Programa de Pós Graduação em Comunicação da UFPE e do Observatório de Favelas, que integram a rede Coque Vive. O evento é aberto aos recifenses curiosos.

Cine Coque Vive

Onde: Próximo à Academia da Cidade no Coque

Quando: 10/10/2008, 16h30

Mais informações: 92197867

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